segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

O Drama Eterno


Em Gênesis 1 e 2, a Bíblia tem início com um homem e uma mulher. Em Apocalipse 21 e 22, encerra-se com um homem e uma mulher. A Bíblia começa com um casamento e termina também com um casamento. Ela tem início com um menino e uma menina, e termina com um menino e uma menina.
A Bíblia é essencialmente uma história de amor.
De fato, é a maior história de amor de todos os tempos. É o clássico romance. Aqueles que me conhecem podem lhe dizer que sou um fanático por histórias de amor. Os filmes românticos são os meus favoritos. Eles tem o poder de evocar emoções fortes, arrancar lágrimas dos espectadores. Mas, nem mesmo a mais poderosa história de amor pode ser comparada ao romance épico que encontramos nas páginas da Bíblia.
Preste atenção à próxima frase: cada história de amor que a mente dos mortais, homens e mulheres construíram, cada história de amor que surgiu nas páginas da história humana - seja ficção ou não - é apenas um reflexo, uma imagem pálida, um retrato descolorido, uma versão confusa do sagrado romance das eras.
Deus é o autor da mais incrível história de amor. É uma história que estabeleceu os padrões para a literatura romântica. Cada saga grandiosa segue o fio da história do romance escondido das Escrituras. Ninguém pode inventá-lo.
Nós nascemos nesse romance, o romance das eras.
O romance celestial do qual venho falado começa em Gênesis 2. Vamos revisitar o sétimo dia da criação de Deus e observar esse drama se desenrolar.

- Da Eternidade Até Aqui, de Frank Viola, Editora Palavra, Brasília 2011. 

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